sexta-feira, 26 de março de 2010
Cuidados para a pele dos homens
Em geral, segundo a médica, eles ainda pedem para as mulheres — esposas, namoradas, irmãs, primas, tias, mães — perguntarem para suas esteticistas ou dermatologistas sobre alguma novidade no mercado. “Mas certamente, hoje, a maior parte dos homens se preocupa com a questão estética, pois querem parecer e sentir-se mais jovens, já que a sociedade cobra isso”.
Cuidados especiais
Independentemente de qualquer ida ao dermatologista ou a clínicas estéticas, o mais importante é usar um protetor solar toda vez que sair de casa. De preferência, em gel, já que a pele masculina tende a ser mais oleosa do que a feminina.
Como o homem tem pouca paciência para se cuidar, os profissionais buscam receitar um produto que una a eficácia do protetor solar e que contenha um antioxidante e um rejuvenescedor. “Se ele estiver disposto a passar mais tempo na frente do espelho, é sempre bom ter um adstringente ou um gel de limpeza para lavar o rosto antes de dormir”, ressalta Daniela.
Mas atenção: cada pele tem uma necessidade diferente. Portanto, é importante fazer uma consulta para ver as características de cada pessoa. “Não existe a fórmula ideal para buscar uma pele mais saudável e bonita” enfatiza a dermatologista. O que vale para todos, segundo ela, é proteger-se da radiação solar, para a pele não envelhecer mais rapidamente.
Para os homens que não abrem mão da proteção, mas fazem questão de cuidar da pele das axilas, Dove criou a linha Men + Care. A fórmula conta com creme hidratante, garantindo proteção e uma pele hidratada sem desconforto.
habeas corpus
EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DE DIREITO
Eu Jose da silva, brasileiro, casado, mecânico, morador da rua são Paulo 54 venho à presença de vossa d senhoria. Impetrar ordem de hábeas corpus contra ato do delegado de policia desta cidade que me prendeu em fragrante, mas em situação em que nada tem a ver com a descrita nos artigos 301 e 302 do código penal que efetivamente não é fragrante.
Neste termo pede que seja imediatamente concebida a ordem inclusiva mediante liminar para que o paciente seja colocado em liberdade.
Salvador 10 de janeiro de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
Poupador ou investidor o que você relmente é?

Quem conseguiu economizar e tem objetivos de adquirir algo em médio e longo prazos, deve investir e fazer o dinheiro aumentar. Aplicar em poupança ou em um fundo de investimentos tornou-se opção atraente ao longo dos anos no Brasil. São vários os tipos de investimentos — alguns, mais conservadores, outros, arrojados — e todos devem ser avaliados com bastante cuidado, alinhados aos seus objetivos. Quanto maior a chance de lucro, igualmente será o risco. Tudo depende do quanto você quer arriscar-se. Por isso, antes de optar pelo que fazer, converse com o gerente do seu banco ou com algum consultor financeiro para levantar as melhores dicas e conquistar suas metas.
Em primeiro lugar, defina se o seu objetivo é de curto, médio ou longo prazo. Isto é, se você pretende sacar o dinheiro em um ano ou em dez anos. No primeiro caso, uma conta poupança é o mais indicado por analistas. No segundo, os fundos multimercados e a compra de ações por meio de fundos ou por pessoa física são opções que devem ser estudadas. Mas atenção: desde que você esteja disposto a arriscar-se, porque os papéis oscilam de acordo com a economia.
“Para quem não tem muito conhecimento sobre o mercado, é interessante ser mais conservador em um primeiro momento”, afirma o consultor de finanças pessoais Caio Fragata Torralvo. Assim, você evita perder o dinheiro. Por isso, para ele, o ideal é aplicar na poupança.
Contudo, o rendimento das cadernetas costuma ser mais baixo do que de outras aplicações, justamente pela segurança que ela oferece. Ela rende, mensalmente, 0,5% + a TR (Taxa Referencial dos juros por mês) sobre o valor aplicado. O ganho pode variar de acordo com a TR, mas nunca será menor do que 0,5%, o que dá segurança. Além disso, até R$ 50 mil aplicados, esse tipo de investimento é isento de imposto de renda.
Esqueça que tem dinheiro aplicado
Para investimentos de médio e longo prazos, uma opção que tem se tornado mais atraente em função dos juros é o Certificado de Depósito Bancário (CDB), um título emitido pelos bancos para captar dinheiro junto ao mercado. Quanto mais tempo o valor for aplicado nessa modalidade, menor o imposto de renda do montante.
Existem vários tipos de CDBs. Podem ser prefixados (como o próprio nome diz, fixado previamente) ou pós-fixados, de acordo com os juros do mercado. Porém, segundo analistas, o que possui o risco menor é o indexado à taxa CDI (Certificado de Depósito Interbancário, que sinaliza para os investidores o custo de dinheiro no mercado).
Atualmente, a poupança está rendendo 90% do valor do CDI. Porém, a caderneta não tem tributação alguma. “Vale a pena migrar da poupança para o CDB se o rendimento desse investimento for maior do que os 90% do CDI, mas isso geralmente acontece com valores mais altos, como R$ 100 mil”, explica a consultora de finanças pessoais Myrian Lund.
De qualquer maneira, fique de olho nas oportunidades e aconselhe-se bem antes de aplicar, para escolher o investimento de acordo com seus desejos e perfil de investidor.
Vacinação contra gripe A começa a ampliar alcance

Começa hoje a principal etapa daquela que é considerada a maior campanha de vacinação já feita no Brasil. Neste mês, só profissionais de saúde e indígenas haviam sido imunizados contra o vírus H1N1 (causador da gripe A). Mas, a partir desta segunda-feira e em fases sucessivas, a ação chegará a outros grupos de risco. Até 21 de maio, 91 milhões de pessoas deverão ser vacinadas, prevê o Ministério da Saúde.
Veja o calendário dos próximos meses:
- De hoje a 2 de abril: gestantes, doentes crônicos com até 60 anos e crianças entre 6 meses e 2 anos (os pequenos receberão meia dose agora e outra após 21 dias).
- De 5 a 23 de abril: pessoas de 20 a 29 anos.
- De 24 de abril a 7 de maio: idosos com problemas crônicos.
- De 10 a 21 de maio: pessoas de 30 a 39 anos.
O objetivo da campanha é evitar uma pandemia no inverno, já que o vírus propaga-se mais facilmente nessa estação. A gripe A é parecida com a comum, mas, como nosso organismo ainda não está acostumado ao H1N1, ela geralmente se manifesta com mais força e, assim como a gripe comum, pode causar morte.
Até agora, o governo investiu R$ 1,3 bilhão na campanha. Mesmo assim, não há vacinas para todos. Portanto, quem não se enquadra nos grupos considerados de risco e quiser se imunizar deve procurar clínicas particulares.
Nos Estados Unidos e na Europa o surto da gripe ficou abaixo do esperado – acabou sobrando vacinas. No Brasil, a população mostra-se receptiva à campanha. Pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde apontam que 84% das pessoas querem tomar vacina (cujo índice de eficácia deve girar entre 60% e 80%). Isso, porém, indica que 16% da população (30 milhões de brasileiros) quer ter mais informações sobre as reações antes de decidir se adere ou não à imunização.