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sábado, 23 de janeiro de 2010

Homenagem a Gey Espinheira


Gey, cujo nome completo era Carlos Geraldo D'Andrea Espinheira, nasceu em Poções.

Ele era graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (1970), mestre pela Universidade Federal da Bahia (1975) e doutor em sociologia pela Universidade de São Paulo (1997). Também era pesquisador do Centro de Recursos Humanos e professor adjunto da Ufba.

Gey atuava principalmente nos seguintes temas: direitos humanos, violência, democracia, cidadania e educação. Líder do Grupo de Pesquisa "Cultura, cidade e democracia: sociabilidade, representações e movimentos sociais urbanos", era autor de diversos livros e artigos, sendo o mais recente: "Os limites do indivíduo: mal-estar naracionalidade, os limites do indivíduo na medicina e na religião".

Com o romance "Relógio da Torre" foi o vencedor no gênero na 2ª Edição do Concurso Literário Bahia de Todas as Letras da Editora, da Universidade Estadual de Santa Cruz. Em 2008, pela editora da EDUFBA, publicou Metodologia e prática do trabalho em comunidade e Sociedade do Medo.
Um dos maiores estudiosos da questão da violência e desigualdade social na Bahia, o sociólogo, professor e escritor Gey Espinheira, falecido no último mês de março, foi escolhido à unanimidade para ser contemplado com o prêmio outorgado pelo Ministério Público estadual em homenagem à personalidade destaque na defesa do Direitos Humanos: o 'Prêmio J.J. Calmon de Passos'. Vitimado por um câncer no esôfago aos 62 anos de idade, Gey, cujo nome completo era Carlos Geraldo D'Andrea Espinheira, possuía graduação e mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (Ufba) e doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Sua atuação como sociólogo, professor e pesquisador enfocava temas relacionados aos direitos humanos, violência, democracia, cidadania e educação. Gey desenvolveu diversos projetos e pesquisas e foi parceiro do Ministério Público no Programa de Redução dos Danos Sociais nos Bairros do Subúrbio Ferroviário (RDS), em 2000. O trabalho desenvolvido na região, uma das mais violentas de Salvador, resultou no livro-diagnóstico coordenado por ele e lançado em 2004 no MP: 'Sociabilidade e Violência – Criminalidade no cotidiano de vida dos moradores do Subúrbio Ferroviário de Salvador'.

Uma vergonha para Salvador


como sabemos lugar de lixo é na lixeira, mas parece que a falta de educação do povo brasileiro é tão grande que da para matar muitos chineses de vergonha.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010



Todo mundo sabe que lugar de lixo é na lixeira, mas como podemos ver neste video, mostra que o povo brasileiro é muito mal educado.
Como pode destruir um lugar que é na memoraia de muita gente como um lugar paradisiaco como uma praia jogar tanto lixo.
Dizer que o problema é falta de lixeira é um absurdo. pois pode se levar um saquinho de supermercado e recolher todo o lixo que se produz.
Com esta pequena ação o meio ambiente agradeçe e contribui para que bueiros e canais das nossas ruas não entupam por lixo.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

suburbio ferroviario

depois postarei assunto sobre esta foto

delegado de verdade


Responsável pela 5° Delegacia de Polícia de Salvador, localizada no bairro de Periperi, Dr. Deraldo Damasceno é uma pessoa respeitada não pelo seu geito durão de ser, mas por ordem onde a baderna.


admiro muito este delegado que é capaz de causar medo aos deliquente e respeito pelo povo.

Construção do Hospital do Subúrbio é autorizada

O Conselho Estadual do Meio ambiente concedeu à Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) licença ambiental que permite a construção do Hospital do Subúrbio, no bairro de Periperi. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado (DO) desta quarta-feira (22).

Uma área de mais de 45 mil m ² foi destinada para a instalação da unidade hospitalar. A licença, que possui validade de três anos, considera que a obra não causa danos ao meio ambiente.

De acordo com informações da Sesab, a previsão é de que o Hospital do Subúrbio terá 248 leitos e irá atender aos casos de urgência e emergência.

Atualmente, a região do Subúrbio Ferroviário conta apenas com o Hospital João Batista Caribé para atender uma população de mais de 300 mil habitantes.

Prêmio do MP homenageia Gey Espinheira post mortem

Um dos maiores estudiosos da questão da violência e desigualdade social na Bahia, o sociólogo, professor e escritor Gey Espinheira, falecido no último mês de março, foi escolhido unânimemente para ser contemplado com o prêmio outorgado pelo Ministério Público estadual em homenagem à personalidade destaque na defesa do Direitos Humanos: o ‘Prêmio J.J.Calmon de Passos’. Vitimado por um câncer no esôfago aos 62 anos de idade, Gey, cujo nome completo era Carlos Geraldo D’Andrea Espinheira, possuía graduação e mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (Ufba) e doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Sua atuação como sociólogo, professor e pesquisador enfocava temas relacionados aos direitos humanos, violência, democracia, cidadania e educação. Gey desenvolveu diversos projetos e pesquisas e foi parceiro do Ministério Público no Programa de Redução dos Danos Sociais nos Bairros do Subúrbio Ferroviário (RDS), em 2000. O trabalho desenvolvido na região, uma das mais violentas de Salvador, resultou no livro-diagnóstico coordenado por ele e lançado em 2004 no MP: ‘Sociabilidade e Violência – Criminalidade no cotidiano de vida dos moradores do Subúrbio Ferroviário de Salvador’.

A homenagem post mortem será prestada durante o encerramento da Semana do Ministério Público, no próximo dia 18 de dezembro. Na oportunidade, também serão agraciados com a ‘Medalha do Mérito do Ministério Público’, honraria concedida a pessoas ou instituições pela prestação de relevantes serviços à sociedade e ao MP, na defesa dos direitos inerentes ao exercício da cidadania plena, o professor Cid Teixeira, um dos maiores historiadores do Brasil; as Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), organização filantrópica que tem por missão “amar e servir aos mais pobres, oferecendo atendimento gratuito na saúde, educação e assistência social” e que é referência nacional da rede SUS na área de saúde, ensino e pesquisa; e Antônio Carlos dos Santos, o Vovô do Ilê Aiyê, fundador da Associação Cultural Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê, pela contribuição para o resgate e afirmação da cultura de origem africana no Brasil e incentivo às atividades voltadas para a conscientização da população negra acerca de seus direitos civis. Os nomes dos agraciados foram definidos na manhã de anteontem pela comissão de outorga dos prêmios, composta pelo procurador-geral de Justiça Lidivaldo Britto; pela procuradora-geral de Justiça Adjunta, Eny Magalhães; pelos procuradores de Justiça Ademário Rodrigues e Leonor Atanázio; e pela promotora de Justiça Márcia Virgens.

UFBA cria projeto social em subúrbio de Salvador

A Universidade Federal da Bahia (UFBA), em parceria com o Ministério Público Estadual irá desenvolver projetos sociais dirigidos à população do subúrbio ferroviário de Salvador.

Com apoio financeiro do Ministério da Justiça, as duas entidades pretendem formar agentes sociais juvenis capazes de mobilizar a população e, assim, melhorar a qualidade de vida das redondezas.

Batizado de Redução de Danos no Subúrbio Ferroviário de Salvador, o projeto pretende alcançar aproximadamente 20 bairros com uma população superior a 600 mil habitantes.

"Desde o ano passado, estamos ministrando cursos e oficinas e, paralelamente, realizando pesquisas que apontem as necessidades e prioridades dos moradores", explica Gey Espinheira, professora da Faculdade de Filosófica e Ciências Humanas da UFBA e coordenador do projeto.

As estatísticas servirão de subsídio para a implantação de iniciativas pedagógicas, nas escolas da região, que contemplem a diversidade de problemas e culturas juvenis.

Espinheira explica que as oficinas estão envolvendo os mais diferentes grupos - rappers, grafiteiros, funkeiros, líderes de associações e grêmios, atores amadores, entre outros - , mas também procura a inserção de adolescentes que não possuem nenhuma experiência em projetos de cunho social ou cultural.

"O importante é que eles participem. Os jovens são a fatia populacional mais vitimada pela violência e, ao mesmo tempo, a que mais prática atos violentos. Queremos inverter esse quadro", finaliza o professor da UFBA.

Pesquisa aponta causas da violência no subúrbio ferroviário de Salvador

O desemprego, a influência do meio, a família e a pobreza foram apontados pelos moradores do Subúrbio Ferroviário de Salvador como os principais fatores que fazem um indivíduo marginal. A conclusão é apenas um dos resultados de uma pesquisa realizada pelo Programa de Redução de Danos Sociais nos Bairros do Subúrbio Ferroviário de Salvador, por intermédio de um convênio entre o Ministério Público estadual, Universidade Federal da Bahia (Ufba) e Ministério da Justiça, apresentados ontem, dia 17, numa audiência pública realizada na sede do MP. Partindo do retrato sociológico da região – uma das mais pobres e populosas de Salvador e com maior índice de criminalidade –, apresentado no livro-diagnóstico “Sociabilidade e Violência – Criminalidade no cotidiano de vida dos moradores do Subúrbio Ferroviário de Salvador”, o Ministério Público deverá desencadear ações de defesa de políticas públicas voltadas para o local.

A coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça da Cidadania (Caoci), promotora de Justiça Itana Viana, explica que “a violência não é apenas uma questão de polícia e justiça, como se costuma ser divulgado. Ela está diretamente ligada a relações sociais já deterioradas”. Segundo Itana, as formas precárias de atendimento à saúde, educação, lazer e segurança pública, além falta de acessibilidade à justiça, são fatores desencadeadores da exclusão social e, como conseqüência, da violência. Por isso, os pesquisadores do Programa procuraram identificar os aspectos da vida cotidiana dos moradores do subúrbio que afetam de forma negativa as suas vidas, provocando neles sentimentos de desgosto, tristeza, medo, raiva e ódio.

Representando o sociólogo Gey Espinheira, que coordenou as pesquisas, o professor da Ufba José Raimundo dos Santos explicou que elas procuraram compreender a relação de sociabilidade no subúrbio, chegando à conclusão de que a violência atinge a todos de forma indiscriminada. “Ser pobre não implica em ser delinqüente, por isso partimos para a investigação social”, explicou, acrescentando que a discriminação surge porque a sociedade e a polícia costumam enxergar os moradores do subúrbio como marginais.

Uma vez que são os jovens as maiores vítimas da violência, o Programa promoveu um curso com a finalidade de informá-los sobre os seus direitos enquanto cidadãos e para que funcionem como multiplicadores, interagindo e promovendo melhorias na sua comunidade. “Foi a primeira vez que pudemos relatar a nossa realidade de violência e discriminação e aprender como exigir nossos direitos”, explicou a estudante Cléssia Dantas que, assim como outros jovens que participaram do Curso de Formação de Agentes Sociais de Defesa da Cidadania, recebeu seu certificado na audiência pública. Também participaram do evento, a procuradora-geral de Justiça adjunta para assuntos institucionais, Sara Mandra Rusciolelli, que fez o pronunciamento de abertura; o diretor do Centro de Recursos Humanos da Ufba, professor Paulo Fábio Dantas Neto, representando a universidade; representantes das Polícias Militar e Civil; promotores e procuradores de Justiça; autoridades locais; dentre outros.

veja

20/01 NX Zero,Jorge & Mateus,Chiclete com Banana,Jammil e Parangolé.
21/01 Paralamas do Sucesso,Banda EVA,Ivete Sangalo,Marcelo D2 e Aviões do Forró
22/01 Caetano Veloso,Victor & Leo,Asa de Águia,Carlinhos Brown e Daniela Mercury e Charlie Brown Jr
23/01 Tomate,Revelação,Claudia Leitte,Akon e Psirico.

atrações

Saiu a grade de atrações do Festival de Verão 2010, que acontecerá de 20 a 23 de janeiro no Parque de Exposições, em Salvador. Para esta edição, o evento trouxe como novidade apenas o show conjunto entre a rainha Daniela Mercury e o cacique Carlinhos Brown, além da atração internacional, Akon, que pouco empolgou o público. Diante desses fatos, a Coluna Holofote ficou curiosa para saber o que você, leitor, tinha achado sobre a grade deste ano. E o público não se fez de rogado e deixou bem clara a sua opinião (ou seria insatisfação?). Uma maioria esmagadora (47,02%) se fez a seguinte pergunta "Onde fica a novidade?". E teve quem dissesse que preferia a grade do Muquiverão, realizado no último dia 6, que contou somente com atrações de pagode. Confira o resultado na íntegra:

Parangole

A estreia do Parangolé no Festival de Verão não poderia ser melhor. Os 40 bailarinos que abriram o show ensinando a coreografia de 'Rebolation', a promessa de melhor música do Carnaval, engrandeceram a apresentação da banda e agitaram o público do palco principal. O vocalista Léo Santana, mesmo com pouco tempo de carreira, mostrou que não está para brincadeira e promete ser uma das revelações deste Verão.

Antes de começar o show, em entrevista coletiva para a imprensa, Léo demonstrou uma ansiedade de iniciante. 'Estou nervoso pra caramba', revelou. O nervosismo do cantor de primeira viagem no Festival, não influenciou na apresentação da banda. Com energia de sobra, ele fez o público dançar ao som de músicas como 'Balacobaco', 'Toca o pagodão' e 'Favela'. Além do tradicional pagode, o grupo tocou músicas sertanejas que fazem sucesso atualmente.

No passo - Com coreografias sincronizadas e belas roupas, as dançarinas deram um show à parte. Loiras, negras e morenas mostraram no palco como se dança o pagode baiano e deram uma verdadeira aula de swing ao público. O cantor Léo também não parou por um minuto. A todo tempo rebolava e fazia as mulheres gritarem de euforia. A coreografia de 'Rebolation' foi mostrada com a participação dos dançarinos do grupo Troup Dance.

O show foi encerrado com 'Rebolation' e o público respondeu à altura: mostrou que aprendeu a dança e fez bonito na última apresentação da noite.